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sexta-feira, 30 de julho de 2010
Libertação
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
O mundo sou eu
I am human flesh, stricken to life by a soul, born to the world. And I am unstoppable.
Nothing can measure my power, I am the greatest of them all! My strength is my will, the chance to fulfil my dreams! The body is just a means to, my gift is in my mind. I plunder knowledge wherever I go, you make me suffer but it only makes me harder. I cry, I shout and I fall... But none can match me, not the bull nor any of them all!
I can make it, I know I can. I'm great despite my downsides. My virtues put me in front of any single competitor and my love... my love for life, for knowledge, allows me to need no creditor. I have no obstacles, only puzzles build to enlarge my supremacy. With a mere thought I build bridges and burn whoever faces me.
Out of my way, I am crazed! The Fire of Youth will earn me my righteous place!
Nothing can measure my power, I am the greatest of them all! My strength is my will, the chance to fulfil my dreams! The body is just a means to, my gift is in my mind. I plunder knowledge wherever I go, you make me suffer but it only makes me harder. I cry, I shout and I fall... But none can match me, not the bull nor any of them all!
I can make it, I know I can. I'm great despite my downsides. My virtues put me in front of any single competitor and my love... my love for life, for knowledge, allows me to need no creditor. I have no obstacles, only puzzles build to enlarge my supremacy. With a mere thought I build bridges and burn whoever faces me.
Out of my way, I am crazed! The Fire of Youth will earn me my righteous place!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Ruína
Coloco os headphones aos ouvidos. Dói-me o corpo da dureza do dia, a alma da tortura que é viver e o sono teima em não vir. Assim que a música começa a dar, desligo. Estou no meu quarto, no meu mundo. Apenas o ecrã iluminado onde escrevo, o ruído de fundo de um pequeno roedor a tentar devorar as grades que o aprisionam e dois espectadores, de olhos vermelhos e rabos pelados. Sim, são eles os meus espectadores.
Procuro refúgiu neles quando chego a casa. Não me julgam. Pelo menos enquanto não me esquecer de os alimentar. Procuram-me por mimos e tornam-me um deles. Sou dono e irmão. Quem diria que tomaria duas tais criaturas quase como que meus filhos... É bom ter alguém que não me julgue... Mesmo sendo de quatro patas.
Sou um rapaz à antiga; trabalhador e curioso. As minhas duas virtudes que me impelem em frente, em direcção ao porto dos meus objectivos. Espero com elas conseguir atracar nesse porto. Chegar ao destino, que é a vida. Uma vida. Mas o caminho é tortuoso, como o era antigamente para as Índias. Sinto-me navegador aventureiro, em que cada dia mostra um obstáculo novo, de uma estirpe diferente do anterior. São inúmeros, imensos e não param. Uma e outra vez me deparo com eles e que remédio tenho senão superá-los, com paciência de um estóico. Tudo tem uma utilidade. Como gosto de ouvir: "O que não te mata, torna-te mais forte". Sou, portanto, qualquer coisa como um super-homem. Mas há por aí heróis mais veros que eu. Mas esses não me interessam a mim. Não. Interessa-me mais para onde vou. Não gosto cá de novelas nem de mexericos. Os outros que se entendam com as rotas deles. Eu cá sei da minha.
*pausa para festas ao Thanatos*
Sempre me pensei um estóico. Achei que me identificava com a doutrina. Mas ser estóico é procurar a razão, perceber o mundo através dela. Deliberar com cinismo, procurando a razão das coisas. Serão os sentidos racionais então? NUNCA! . . . Pois... nunca. O que sinto nada tem de racional. Não é compreensível e, pior, é indistrinsável de mim. É uno comigo. Que mescla de coisas que não sei bem o que são que vai aqui para dentro... Apenas dois pilares estão forjados a ferro e fogo. Pilares de nome Objectivos. Pilares de Vida. As fundações que seguram a minha casa. Semi-construída, inacabada. Avançando com os dias, se compõe a pouco e pouco, telha a telha. Devagar se forma. Mas gostarei eu do resultado final? E os outros? Que se danem os outros! Sou eu que vivo nela! Apenas a mim cuida saber se agrada ou não! Mas...
Pois não sei.E ficarei sem saber. Ninguém me diz nada. Vou à descoberta. Armado de razão e curiosidade, desbravo as florestas do conhecimento, em busca dos tesouros da minha alma. Hei-de conseguir encontrá-los.
Apenas tenho de encontrar as pistas certas...
Procuro refúgiu neles quando chego a casa. Não me julgam. Pelo menos enquanto não me esquecer de os alimentar. Procuram-me por mimos e tornam-me um deles. Sou dono e irmão. Quem diria que tomaria duas tais criaturas quase como que meus filhos... É bom ter alguém que não me julgue... Mesmo sendo de quatro patas.
Sou um rapaz à antiga; trabalhador e curioso. As minhas duas virtudes que me impelem em frente, em direcção ao porto dos meus objectivos. Espero com elas conseguir atracar nesse porto. Chegar ao destino, que é a vida. Uma vida. Mas o caminho é tortuoso, como o era antigamente para as Índias. Sinto-me navegador aventureiro, em que cada dia mostra um obstáculo novo, de uma estirpe diferente do anterior. São inúmeros, imensos e não param. Uma e outra vez me deparo com eles e que remédio tenho senão superá-los, com paciência de um estóico. Tudo tem uma utilidade. Como gosto de ouvir: "O que não te mata, torna-te mais forte". Sou, portanto, qualquer coisa como um super-homem. Mas há por aí heróis mais veros que eu. Mas esses não me interessam a mim. Não. Interessa-me mais para onde vou. Não gosto cá de novelas nem de mexericos. Os outros que se entendam com as rotas deles. Eu cá sei da minha.
*pausa para festas ao Thanatos*
Sempre me pensei um estóico. Achei que me identificava com a doutrina. Mas ser estóico é procurar a razão, perceber o mundo através dela. Deliberar com cinismo, procurando a razão das coisas. Serão os sentidos racionais então? NUNCA! . . . Pois... nunca. O que sinto nada tem de racional. Não é compreensível e, pior, é indistrinsável de mim. É uno comigo. Que mescla de coisas que não sei bem o que são que vai aqui para dentro... Apenas dois pilares estão forjados a ferro e fogo. Pilares de nome Objectivos. Pilares de Vida. As fundações que seguram a minha casa. Semi-construída, inacabada. Avançando com os dias, se compõe a pouco e pouco, telha a telha. Devagar se forma. Mas gostarei eu do resultado final? E os outros? Que se danem os outros! Sou eu que vivo nela! Apenas a mim cuida saber se agrada ou não! Mas...
Pois não sei.E ficarei sem saber. Ninguém me diz nada. Vou à descoberta. Armado de razão e curiosidade, desbravo as florestas do conhecimento, em busca dos tesouros da minha alma. Hei-de conseguir encontrá-los.
Apenas tenho de encontrar as pistas certas...
terça-feira, 8 de junho de 2010
Astral Element - Wind
I'm like the wind. A soft breeze that blows on summer days, bringing a cool embrace, a soft caress to whoever I find in my way. I come and go, no obstacles block my way, as Fate wills me too. One day I am here, by your side, the other I've moved on and have gone over the river.
I'm like the wind, a strong gust that blows everything away. Bends trees and drags stones, tangles hairs and releases the leaves into his turmoil.
I'm like the wind... nobody owes me, nobody gets me... I come and go... And I caress a smooth skin with delight if only it can give me a soft whisper so I don't fly alone...
I'm like the wind, a strong gust that blows everything away. Bends trees and drags stones, tangles hairs and releases the leaves into his turmoil.
I'm like the wind... nobody owes me, nobody gets me... I come and go... And I caress a smooth skin with delight if only it can give me a soft whisper so I don't fly alone...
segunda-feira, 6 de julho de 2009
à Deriva
Sou uma alga suspensa na água
À deriva, sujeita á ondulação.
E poderia crescer, tornar-me planta,
Se ao menos encontrasse sítio onde florescer.
À deriva, sujeita á ondulação.
E poderia crescer, tornar-me planta,
Se ao menos encontrasse sítio onde florescer.
terça-feira, 16 de junho de 2009
De novo
Coração que bate
Sentimentos que inundam
Luz líquida que me percorre as veias
Um sorriso
Um beijo
De novo um sorriso
Um sol que nasce de dentro
A segunda metade de um todo
Quando parte sente-se falta
Quando volta unido fica
Uma nova flor
Uma nova luz
Um novo começo
Um beijo
Um abraço
Sentimentos que inundam
Luz líquida que me percorre as veias
Um sorriso
Um beijo
De novo um sorriso
Um sol que nasce de dentro
A segunda metade de um todo
Quando parte sente-se falta
Quando volta unido fica
Uma nova flor
Uma nova luz
Um novo começo
Um beijo
Um abraço
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Máquina do Tempo
Da estrada que é o caminho, apenas vejo o passo à minha frente. Atrás de mim, uma parede de vidro cola-se às minhas costas. À minha frente, a noite estende-se pelo infinito. Vejo o próximo passo e nada mais. Por isso limito-me a andar. Se cair, levanto-me. De nada me serve ficar no chão. Não há ninguém aqui. Não tenho dinheiro para táxis. Mais vale andar.
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